AS LEIS MORAIS RODOLFO CALLIGARIS PDF

Convenamo -nos de que necessrio: sentir Kardec; estudar Kardec; anotar Kardec; meditar Kardec; analisar Kardec; comentar Kardec; interpretar Kardec; cultivar Kardec; ensinar Kardec e divulgar Kardec Que preciso cristianizar a Humanidade afirmao que no padece dvida; entretanto, cristianizar, na Doutrina Esprita, raciocinar com a verdade e construir com o bem de todos, para que, em nome de Jesus, no venhamos a fazer sobre a Terra mais um sistema de fanatismo e de negao. Religio o trato das questes metafsicas ou espirituais. Com o avano cientfico nos ltimos sculos, principalmente no 19, o divrcio entre a Cincia e a Religio transformou-se em beligerncia.

Author:Gutaxe JoJok
Country:Bosnia & Herzegovina
Language:English (Spanish)
Genre:Travel
Published (Last):17 May 2019
Pages:196
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Convenamo -nos de que necessrio: sentir Kardec; estudar Kardec; anotar Kardec; meditar Kardec; analisar Kardec; comentar Kardec; interpretar Kardec; cultivar Kardec; ensinar Kardec e divulgar Kardec Que preciso cristianizar a Humanidade afirmao que no padece dvida; entretanto, cristianizar, na Doutrina Esprita, raciocinar com a verdade e construir com o bem de todos, para que, em nome de Jesus, no venhamos a fazer sobre a Terra mais um sistema de fanatismo e de negao.

Religio o trato das questes metafsicas ou espirituais. Com o avano cientfico nos ltimos sculos, principalmente no 19, o divrcio entre a Cincia e a Religio transformou-se em beligerncia. Apoiada na Razo, e superestimando os descobrimentos no campo da matria, a Cincia passou a zombar da Religio, enquanto esta, desarvorada e ferida em seus alicerces os dogmas sem prova , revidava como podia, lanando antemas s conquistas daquela, apontando-as como contrrias F.

Devido posio extremada que tomaram e ao ponto de vista exclusivo que defendiam, Cincia e Religio deram Humanidade a falsa impresso de serem irreconciliveis e que os triunfos de uma haveriam de custar, necessriamente, o enfraquecimento da outra. No assim, felizmente. O Espiritismo, embora ainda repelido e duramente atacado, tanto pela Cincia como pela Religio ditas oficiais, veio trazer, no momento oportuno, preciosa cota de conhecimentos novos, do interesse de ambas, oferecendolhes, com isso, o elo de ligao que lhes faltava, para que se ponham de acordo e se prestem mtua cooperao, porque, se exato que a Religio no pode ignorar os fatos naturais comprovados pela Cincia, sem desacreditar-se, esta, igualmente, jamais chegaria a completar-se se continuasse a fazer tbua rasa do elemento espiritual.

Graas ao Espiritismo, comea-se a reconhecer que o homem, criatura complexa que , formada de corpo e alma, no sofre apenas as influncias do meio fsico em que vive, quais o clima, o solo, a alimentao, etc, mas tanto ou mais as influncias da psicosf era terrena, ou seja, das entidades espirituais boas ou mas que coabitam este planeta os chamados anjos ou demnios , as quais interferem em seu comportamento em muito maior escala do que ele queira admitir.

Da a recomendao do Cristo: orai e vigiai para no cairdes em tentao. Graas ainda ao Espiritismo, sabe-se, hoje, que o esprito ou alma no mera funo do sistema sensrio-nervoso-cerebral, como apregoava a pseudo-cincia materialista, nem to-pouco unta centelha informe, incapaz de subsistir por si mesma, como o imaginavam as religies primevas ou primrias, mas sim um ser individualizado, revestido de uma substncia quintessenciada, que, apesar de imperceptvel aos nossos sentidos grosseiros, passvel de, enquanto encarnado, ser afetado pelas enfermidades ou pelos traumatismos orgnicos, mas que, por outro lado, tambm afeta o indumento soma de que se serve durante a existncia humana, ocasionando-lhe, com suas emoes, distrbios funcionais e at mesmo leses graves, como o atesta a psiquiatria moderna ao fazer medicina psicossomtica.

Quanto mais o homem desenvolve suas faculdades intelectuais e aprimora suas percepes espirituais, tanto mais vai-se inteirando de que o mundo material, esfera de ao da Cincia, e a ordem moral, objeto especulativo da 6 Religio, guardam ntimas e profundas relaes entre si, concorrendo, um e outra, para a harmonia universal, merc das leis sbias, eternas e imutveis que os regem, como sbio, eterno e imutvel o Seu legislador.

No pode nem deve haver, portanto, nenhum conflito entre a verdadeira Cincia e a verdadeira Religio. Sendo, como so, expresses da mesma Verdade Divina, o que precisaxn fazer dar-se as mos, apoiando-se rec procamente, de modo que o progresso de uma sirva para fortalecer a. Captulo 1, questo e seguintes. Esse nobre movimento constitui, sem dvida, uma excelente contribuio causa da fraternidade universal.

No deve, entretanto, parar a, mas sim evoluir at o reconhecimento de que as demais religies, embora no crists, tambm so dignas de todo o respeito, pois na doutrina moral de cada uma delas existe algo de sublime, capaz de levar os seus profitentes ao conhecimento e observncia da Lei Natural estabelecida por Deus para a felicidade de todas as criaturas.

Ningum contesta ser absolutamente indispensvel habituar-nos, pouco a pouco, com a intensidade da luz para que ela no nos deslumbre ou enceguea. A Verdade, do mesmo modo, para que seja til, precisa ser revelada de conformidade com o grau de entendimento de cada um d ns. Da no ter sido posta, sempre, ao alcance de todos, igualmente dosada. Para os que j alcanaram aprecivel desenvolvimento espiritual, muitas crenas e cerimnias religiosas vigentes aqui, ali e acol, parecero absurdas, ou mesmo risveis.

Todas tm, todavia, o seu valor, porqanto satisfazem necessidade de grande nmero de almas simples que a elas ainda se apegam e nelas encontram o seu caminho para. Essas almas simples no esto margem da Lei do Progresso e, aps uma srie de novas existncias, tempo vir em que tambm se libertaro de crendices e supersties para se nortearem por princpios filosficos mais avanados. Por compreender isso foi que Paulo, em sua primeira Epstola aos Corntios , se expressou desta forma: Quando eu era menino, falava como menino, julgava como menino, discorria como menino; mas, depois que cheguei a ser homem feito, dei de mo s coisas que eram de menino.

Kardec, instrudo pelas vozes do Alto, diz-nos que em todas as pocas e em todos os quadrantes da Terra, sempre houve homens de bem profetas inspirados por Deus para auxiliarem a marcha evolutiva da Humanidade.

Destarte, para o estudioso, no h nenhum sistema antigo de filosofia, nenhuma tradio, nenhuma religio, que seja despicienda, pois em tudo h germes de grandes verdades que, se bem paream contraditrias entre si, dispersas que se acham em meio de acessrios sem fundamento, facilmente coordenveis se vos apresentam, graas explicao que o Espiritismo d de uma imensidade de coisas que at agora se nos afiguravam sem razo alguma, e cuja realidade est irrecusvelmente demonstrada.

Por outro lado, sendo o progresso constante e infinito, essa revelao, necessriamente, tambm deve ser ininterrupta e eterna, no podendo haver cessado, por conseguinte como alguns o supem , com o ltimo livro do Novo Testamento. Certo, sendo Deus a perfeio absoluta, desde a eternidade, sempre revelou o que perfeito como lembra um renomado pensador contemporneo , mas os recipientes humanos da antigidade receberam imperfeitamente a perfeita revelao de Deus, devido imperfeio desses humanos recipientes, porqanto, o quer que recebido, recebido segundo o modo do recipiente.

Se algum mergulhar no oceano um dedal, vai tirar, no a plenitude do oceano, mas a diminuta frao correspondente ao pequenino recipiente do dedal. Se mergulhar no mesmo oceano um recipiente de litro, vai tirar da mesma imensidade medida maior de gua. O recipiente no recebe segundo a medida do objeto, mas sim segundo a medida do sujeito. Na razo direta que o sujeito recipente ampliar o seu espao, a sua receptividade, receber maior quantidade do objeto. Aos homens das primeiras idades, extremamente ignorantes e incapazes de sentir a menor considerao para com os semelhantes, entre os quais o nico tipo de justia vigente era o direito do mais forte, no poderia haver outro meio de sofrear-lhes os mpetos brutais seno fazendo-os crer em deuses terrveis e vingativos, cujo desagrado se fazia sentir atravs de tempestades, erupes vulcnicas, terremotos, epidemias, etc, que tanto pavor lhes causavam.

O sentimentto religioso dos homens teve, pois, como ponto de partida, o temor a um poder extraterreno, infinitamente superior ao seu. E foi apoiado nisso que Moiss pde estabelecer a concepo de Jeov, uma espcie de amigo todo-poderoso, que, postando-se frente dos exrcitos do povo judeu, ajudava-o em suas batalhas, dirigia-lhe os destinos, assistia-o diuturnamente, mas exigia dele a mais completa fidelidade e obedincia, bem assim o sacrifcio de gado, aves ou cereais, conforme as posses de cada um.

Era como levar os homens aceitao do monotesmo e encaminh-los a um princpio de desapego dos bens materiais, que tinham em grande apreo. O Velho-Testamento oferece-nos um relato minucioso dessa etapa da evoluo humana. V-se, por ali, que o Deus de Abrao e de Isaac e uma 9 divindade zelosa dos israelitas, que faz com eles um pacto x. Por essa poca, conquanto fossem, talvez, os homens mais adiantados espiritualmente os judeus no haviam atingido ainda um nvel de mentalidade que lhes permitisse compreender que, malgrado a diversidade dos caracteres fsicos e culturais dos terrcolas, todos pertencemos a uma s famlia: a Humanidade.

E Porque no Pudessem assimilar lies de teor mais elevado a par das ordenaes de Moiss especificamente nacionais que tinham por objetivo levlos a uma estreita solidariedade racial e regras outras, oportunas porm transitrias que servissem para disciplin-los durante o xodo, receberam tambm a primeira grande revelao de leis divinas o Declogo - que lhes prescrevia o que no deviam fazer em dano do prximo.

Chegou o momento, todavia, em que a Humanidade devia ser preparada para um novo avano e Surgiu o Cristo, proclamando: Sede perfeitos, porque perfeito o vosso Pai celestial. No fora nada fcil fazer que os homens, contrastando seu orgulho odiento, limitassem seu direito de vingana e, vencendo seu forte egosmo, se dispusessem a levar seus melhores bens ao templo, para oferec-los em sacrifcio.

Neste novo passo, entretanto, a dificuldade bem maior: O Criato pedelhes que renunciem a qualquer espcie de desforra; que, s ofensas recebidas, retribuam com o perdo e a prece pelos ofensores; e que se sacrifiquem a si mesmos em benefcio dos outros, at mesmo dos inimigos! Para conduzi-lOS realizao de tal magnanimidade, d-lhes ento uma doutrina excelsa, em que Deus j no aquele ser facciOSO, que faz dos israelitas a poro escolhida dentre todos os povos Ex, , mas sim o Pai nosso, isto , de todas as naes e de todas as raas, porque para Ele no h acepo de pessoas Atos, ; Rom.

Ante essa estupenda revelao, desmoronam, diluem-se todas as diferenas do antigo concerto. J no h Judeus e gentios sacerdotes e plebeu senhores e escravos Todos so iguais, porque filhos do mesmo Pai justo e. So freqentes, no Evangelho, as refernciaas do Cristo a essa irmandade universal to em contraposio ao sectarismo estreito da legislao moisaica. Sirva-nos de exemplo apenas a seguinte: Certa ocasio, quando pregava foi interrompido por algum que lhe disse: Eis que esto, ali fora, tua me e teus irmos, os quais desejam falar-te Ao que ele respondeu: Quem minha me?

E, estendendo a mo para os seus discpulos, disse: Eis aqui. Mat, Contrariamente ainda expectativa dos judeus, que sonhavam com as delicias de um reino terrestre, de que teriam a hegemonia pois a isso se cingiam suas esperanas, o Crsto anuncia-lhes algo diferente o reino dos cus, ou seja, uma vida de felicidade mais intensa e mais duradoura, nos planos espirituais, de cuja existncia nem sequer suspeitavam!

Esse reino, porm, no pode ser tomado de assalto, fora. Para mereclo, cada qual ter que, em contrapartida, edificar-se moralmente, o que vale dizer, pr-se em condies de ser um de seus sditos.

Ento nos instrui, solcito, no maravilhoso Sermo da Montanha: Bem-aventurados os pobres de esprito os humildes, os que tm a candura e a adorvel simplicidade das crianas , porque deles o reino dos cus Bem-aventurados os brandos e pacficos os que tratam a todos com afabilidade, doura e piedade, sem jamais usar de violncia , pois sero chamados filhos de Deus Bem-aventurados os limpos de corao os que, havendo vencido seus impulsos inf eriores, no se permitem qualquer ato, nem mesmo uma palavra, 11 ou o menor pensamento impuro, que possa ofender o prximo em sua honorabilidade , pois eles vero a Deus.

Bem-aventuradoS OS misericordiosos os que perdoam e desculpam as ofensas recebidas e, sem guardar quaisquer ressentimentos, se mostram sempre dispostos a ajudar e a servir aqueles mesmos que os magoaram ou feriram , pois, a seu turno, obtero misericrdia.

No, resistais ao que Vos fizer mal; antes, se algum te ferir na face direita, oferece-lhe tambm a outra. Ao que quer demandar Contigo em juzo para tirar-te a tnica, larga-lhe tambm a capa. E se qualquer te obrigar a ir Carregado mil passos, vai com ele ainda mais outros dois mil.

D a quem te pede, e no voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes. Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos tm dio, e orai pelos que vos perseguem e caluniam, para serdes filhos de vosso Pai, que est nos cus, o qual faz nascer o seu sol Sobre bons e maus, e vir chuva sobre justos e injustos Porque, se no amais seno os que vos amam, que recompensa haveis de ter? No fazem os Publicanos tambm o mesmo? E se saudardes somente os Vossos irmos que fazeis nisto de especial?

No fazem tambm assim os gentios? Captulo 1, questo E foi certamente prevendo isso que Credes em Deus, crde tambm em mim. Na casa de meu Pai h muitas moradas e, pois, vou a aparelhar-vos o lugar. Depois virei outra vez e tomar-vos-ei para mim mesmo, a fim de que, onde eu estiver, estejais tambm. Se me amais, guardai os meus mandamentos e eu rogarei ao Pai que vos envie outro Consolador, para que fique eternamente convosco.

O Esprito de Verdade, a quem o mundo no pode rece ber, porque o no v, nem o conhece, vs o conhecereis, porque ele ficar convosco e es tar em vs. O Consolador, que o Esprito Santo a quem o Pai enviar em meu nome, vos ensinar todas as coisas e vos far lembrar tudo o que vos tenho dito. E aps dar-lhes outras instrues, exortando-os prtica do amor universal, conforme o preceito que lhes dera, repete-lhes: Convm-vos que eu v, pois, se eu no for, o Consolador no vir a vs, mas, se eu for, vo-lo enviarei.

Ainda tenho muito que vos dizer, mas vs no o podeis suportar agora. Quando vier, porm, aquele Esprito de Verdade, ele vos ensinar todas as verdades, porque no falar por si mesmo, mas dir tudo que tiver ouvido e vos anunciar as coisas que esto para vir. Joo, Captulos 14, 15, 16 Diante disso, como podem as religies que se fundamentam exclusivamente na Bblia afirmar que tm a posse da verdade total, se o Cristo no dissera tudo que tinha a dizer, antes deixou MUITO para ser revelado posteriormente, o que s se daria quando viesse o Consolador?

Ensina a Teologia tradicional que esse Consolador j teria vindo no dia de Pentecostes. Estar certa? Nesse dia, de fato, foram os apstolos influenciados pelas potestades do Alto, que lhes abriram as inteligncias e provocaram a ecloso de suas faculdades medianmicas, necessrias tarefa que iriam desempenhar.

No se tratava, porm, da realizao da promessa quanto vinda do Consolador, o Esprito de Verdade. Vejamos porque: Segundo os textos evanglicos que vimos de transcrever, a misso do Consolador seria ensinar aquelas coisas que Jesus no pudera dizer, porque os homens no estavam em estado de compreend-las, bem como fazer lembrar tudo o que fora ensinado por ele.

Ora, se o Cristo no dissera tudo quanto tinha a dizer, porque nem mesmo seus discpulos podiam, ainda, entender certas verdades, ser que, algumas semanas depois, j haviam esses mesmos homens alcanado as luzes necessarias compreenso do que ele deixara de dizer? S mesmo quem desconhecesse por completo a natureza humana poderia admitir tal hiptese.

Talvez se diga que precisamente para dar-lhes esse entendimento que descera o Esprito Santo sobre os apstolos. Mas, basta ler Atos, captulo 2, onde o episdio de Pentecostes vem narrado, para verificar que nada de novo lhes foi dito, nenhum ensino especial lhes foi ministrado, nessa ocasio.

A admitir-se ainda que eles tivessem recebido alguma revelao particular, de 13 que as Escrituras no nos do noticia, ento deveriam ter ficado aptos a elucidar todos os pontos dbios, obscuros ou omissos do Evangelho. Muito ao contrrio disso, entretanto, o que se sabe que a interpretao contraditria dos ensinos do Mestre, desde os primeiros sculos, dividiu o Cristianismo em numerosas seitas, cada uma delas se supondo proprietria exclusiva da. Os cinquenta dias que decorreram da ressurreio ao Pentecostes, assim como no seriam suficientes para dar aos homens os conhecimentos que s podem ser adquiridos a longo prazo, seriam poucos, igualmente, para que houvessem esquecido as palavras do Mestre e se fizesse preciso record-las, tanto mais que, durante quarenta dias, permaneceu ele c na Terra, manifestando-se aos discpulos, antes de ascender aos cus.

No sendo exato que o Consolador tenha sido enviado no dia de Pentecostes, conforme ficou demonstrado, de perguntar-se: Teria ele aparecido em outra ocasio? O Consolador, assim, personifica uma doutrina eminentemente consoladora, que, na poca oportuna, viria trazer aos homens as consolaes de que iriam precisar, pois no as encontrariam nas religies materializadas erigidas sombra da cruz.

Com efeito, tais religies, desvirtuando completamente os ensinamentos do Cristo, transformaram-nos num amontoado de dogmas esdrxulos, incompreensveis e falsos que, por no falarem inteligncia nem tocarem o corao dos homens, acabaram levando-os descrena, ao materialismo e, consequentemente, ao desvario. Essa nova Doutrina s pode ser o Espiritismo, porque s ele, em seu trplice aspecto de cincia, filosofia e religio, possui condies para realizar todas as promessas do Consolador.

Ao mesmo tempo que explica e desenvolve tudo quanto Jesus ensinara por parbolas ou em linguagem velada, d ao homem o conhecimento exato de si mesmo, de onde vem, para onde vai e porque est na Terra, coisas que no puderam ser reveladas antes, porque os tempos no eram chegados.

Sim, jamais permitiu Deus que o homem recebesse comunicaes to completas e instrutivas como as que hoje lhe so dadas. Ibidem, questo s idias vagas e imprecisas da vida futura, contidas no Evangelho, acrescenta agora o Espiritismo a demonstrao palpvel e inequvoca da existncia do mundo espiritual; desvenda-nos as leis que o regem, suas rela es com o mundo invisvel, a natureza e o estado dos seres que o habitam e, por conseguinte, o destino do homem depois da morte, destino esse feliz ou desgraado, no por se haver crido desta ou daquela forma, mas segundo o grau de pureza e perfeio adquirida.

Com isso, aviva a crena, d-lhes um seguro Ponto de apoio desfazendo a dvida pungente que pairava em torno da sobrevivncia. Por ele ficamos sabendo ainda, que todos os que se amam Podem reencontrar-se no Alm, porqanto no existem abismos intransponveis a separar-nos definitivamente uns dos outros.

Nem mesmo aqueles que se comprometeram seriamente com a Justia Divina ficam esquecidos. Assim como aqui na Terra h criaturas abnegadas e generosas que se dedicam tarefa de amparar os que se aviltaram nos chavascais do vicio e do crime, sal vando-os da degradao, tambm no mundo esPiritual h seres bondosos e devotados Cuja misso Socorrer as almas infelizes guiando-as no conhecimento de Deus.

O Espiritismo veio revelar-nos, tambm, que no h culpas irremissveis nem penas eternas; que o sofrimento Pode ser vencido pelo arrependimento SIncero e a devida reparao dos males cometidos por via da lei das vidas sucessivas, lei sublime esta, que esclarece, com uma lgica irretorquvel, todas as aparentes anomalias da vida terrena, quais as diferenas de aptides 15 intelectuais e morais, as desigualdades de sorte e de posio social, as enfermidades e os aleijes congnitos, as mortes Prematuras, e quantos problemas possam ser levantados no tocante ao ser, ao seu destino vrio e s muitas dores que o excruciam.

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